O bom mineiro pegou o tremE para o Rio de Janeiro viajou
Para a cidade maravilhosa
Das alterosas quase nem lembrou
Pegou o ônibus 384
E da janela via o Cristo Redentor
Ao ver o mar em Copacabana
Achou tão bacana
Que assim falou:Uai, sô!
Uai, mas que lagoa grande!
Uai, mas que areia quente!
Uai, mas como aqui tem gente sem roupa!
Quanta mulher me dando sopa!
Um queijo e uma rapadura
Ele levava embrulhados no embornal
E quando a fome apertava dava um jeito
Ele comia satisfeito
Olhando pro mar
Uma pinga pra molhar o bico
E uma calça tipo cai-não-cai
E o mineiro já estava assustado
Todo mundo a seu lado
Querendo ouvir “uai”Uai, sô!
Uai, mas que lagoa grande!
Uai, mas que areia quente!
Uai, mas como aqui tem gente sem roupa!
Quanta mulher me dando sopa!
Esta história de Belo Horizonte
Da época dos bondes e dos tempos idos
Na Praça Sete ainda tinha (ainda tem) o pirulito
Cachorro era amarrado com lingüiça
Assim contava o meu avô para o meu pai
Eu acho isso uma curtição
Eu sou mineiro
Eu sou dos “bão”
E gosto de falar “uai”Uai, sô!
...
(Autor desconhecido)
A saudade dos amigos que fiz no Rio lateja!
Sobretudo, das meninas que partilharam comigo táxi, hotel, conhecimento, alegrias e nóias...mtas nóias!
Sobretudo, das meninas que partilharam comigo táxi, hotel, conhecimento, alegrias e nóias...mtas nóias!

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